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ITIL – Curso gratuito

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Para aqueles que desejam entender mais sobre Gerenciamento de Serviços de TI, ou mesmo se preparar para a certificação ITIL Foundations, a Fundação Bradesco disponibiliza gratuitamente um curso à distância chamado "Gestão Estratégica de TI - ITIL".
É uma ótima oportunidade de aprendizado para quem está se aproximando agora do mundo da Gestão em Tecnologia da Informação e o melhor, sem custo algum. Segue abaixo a descrição e a ementa do curso:

Descrição do Curso

Por muitos anos algumas empresas conseguiram evoluir sem o total apoio da área de Tecnologia da Informação (TI), porém, atualmente, o negócio está bastante dependente da TI. Por se tratar de um fator crítico de sucesso, a TI deixou de ser tratada por técnicos e passou a ser incorporada na estratégia da empresa para alcançar seus objetivos e metas. No final dos anos 80, a qualidade dos serviços de TI fornecida ao governo britânico levou as empresas a desenvolver melhorias nos processos para tornar os recursos de TI mais eficientes e econômicos para os setores públicos do governo. O foco era desenvolver uma estrutura independente do fabricante, resultando na biblioteca de Infraestrutura de Tecnologia da Informação (ITIL). O ITIL não é uma metodologia e nem orienta o uso de ferramentas específicas. Ele é um modelo que traz um conjunto de melhores práticas para o Gerenciamento de Serviços de TI. Nesse curso você vai aprender os conceitos de Gerenciamento de Serviços de TI e os principais processos envolvidos na biblioteca ITIL.

Estrutura do Curso

Módulo 01 - Introdução Módulo 02 - Gerenciamento de Configuração Módulo 03 - A função Service Desk Módulo 04 - Gerenciamento de Incidentes Módulo 05 - Gerenciamento de Problemas Módulo 06 - Gerenciamento de Mudanças Módulo 07 - Gerenciamento de Liberações Módulo 08 - Gerenciamento do Nível de Serviço Módulo 09 - Gerenciamento da Disponibilidade Módulo 10 - Gerenciamento da Capacidade Módulo 11 - Gerenciamento da Continuidade dos Serviços de TI Módulo 12 - Gerenciamento Financeiro Módulo 13 - Gerenciamento da Segurança Módulo 14 - Overview ITIL versão 3.0

Pré-requisitos

Não há pré-requisitos para a realização deste curso. Para acessar o curso faça seu cadastro clicando na imagem abaixo fb_logo2  
Shortlink: http://www.ispirare.com.br/portal/?p=5984
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Mantenha o foco!

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Vivemos em um mundo de oportunidades. Entretanto, o excesso de oportunidades pode nos manter inerte, pois não temos como aproveitar todas ao mesmo tempo. Nesse cenário, o coaching é uma importante ferramenta para identificar ganhos e perdas, forças e fraquezas, sonhos e crenças, auxiliando no aproveitamento das oportunidades que mais irão nos dar retornos tangíveis e intangíveis.
No desenvolvimento das sessões de coaching o cliente será desafiado a sair de sua zona de conforto e em parceria com seu coach manter o foco nas oportunidades realmente relevantes. Os resultados alcançados servem, então, de alavanca e aprendizado para uma vida de realizações em todas áreas, trazendo autonomia e poder para que as ações sejam alinhadas aos próprios sonhos e propósitos.
Mantenha o foco e se precisar de ajuda conte com um Coach Profissional.
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Tipos de coaching

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[vc_row][vc_column][vc_column_text]Uma dúvida comum é se existem tipos diferentes de coaching. A resposta é: sim, existe. Essa categorização, apesar de não ser unanimidade entre as entidades ligadas ao coaching, define metodologia diferente para cada área de atuação. É fácil entendermos com um simples exemplo: sessões de Após pesquisar entidades ligadas ao coaching percebi que existem algumas divergências com respeito a essa categorização. Entretanto, podemos chegar a uma divisão comum a maioria, e que apresenta uma boa percepção de áreas de atuação do coach:
  • Coaching de Vida
  • Coaching de Carreira
  • Coaching de Negócios
De modo geral, o coach, não necessita ser especialista para assessorar o coachee com seus serviços (caso esses termos seja estranhos para você, sugiro a leitura do post "o que é coaching", basta clicar aqui). A metodologia de coaching, junto com as competências do coach, são suficientes para chegar aos objetivos propostos. Contudo, podemos ter assessorias em áreas específicas, onde o coach poderá utilizar conhecimento acumulado em determinada área. Vamos ver um pouco mais sobre cada categoria e esclarecer quando uma especialização pode ser diferencial para o coach.

Coaching de Vida

Nessa categoria o coachee irá trabalhar aspectos pessoas de sua vida. Esses aspectos podem incluir qualquer área da vida pessoal onde ele deseje se organizar para alcançar uma meta. Alguns exemplos são:
  • Perder peso;
  • Melhorar relacionamentos pessoais, amorosos e familiares;
  • Focar em autodesenvolvimento;
  • Melhorar cuidados com saúde e forma física;
  • Melhorar a qualidade de vida;
  • Construir de uma casa;
  • Viajar ou mudar para outra cidade, estado ou país;
  • Etc.
Como você pode ver, qualquer área da vida pessoal onde se pode estabelecer metas e objetivos pode-se também utilizar a metodologia do coaching para planejar e otimizar os resultados. Um exemplo de um processo que pode ser conduzido por um coach especialista é um coachee que deseja melhora significativamente seu preparo físico e busca um coach especialista em Educação Física para conduzir as sessões. Com o conhecimento de boas práticas para exercícios físicos o coaching pode se tornar mais produtivas.

Coaching de Carreira

Nessa categoria o coachee irá trabalhar aspectos pessoas de sua profissional. Esses aspectos podem incluir desde melhoria de desempenho no emprego atual, até encontrar qual área o coachee mais se identifica para buscar nova qualificação. Alguns exemplos são:
  • Preparar-se para cargos de liderança;
  • Melhorar o desempenho no emprego atual;
  • Buscar promoção ou aumento salarial;
  • Melhorar a satisfação com a vida profissional;
  • Buscar uma transição de carreira;
  • Preparar-se para a aposentadoria;
  • Melhora a resolução de conflitos no trabalho;
  • Alcançar metas exigidas pelos superiores;
  • Melhorar relacionamento com líderes;
  • Assumir cargo de liderança;
  • Etc.
Assim como no coaching de vida, o coaching profissional pode auxiliar o coachee em qualquer área da vida profissional onde se possa estabelecer metas e objetivos. Um exemplo de um processo que pode ser conduzido por um coach especialista é um coachee que deseja atuar na área de Tecnologia da Informação e busca um coach especialista em TI para conduzir as sessões. Com a visão de Mercado e das opções de carreira na área as sessões de coaching pode se tornar mais produtivas.

Coaching de Negócios

Nessa categoria o coachee não é uma pessoa, mas uma empresa ou organização. As metas a serem alcançadas são metas empresariais, onde o trabalho do coach será focado nos funcionários e equipes, portanto, o coach deve ter na bagagem experiência do mundo organizacional para obter resultados esperados. Alguns exemplos de metas empresariais são:
  • Montar um Plano de Negócios;
  • Aumentar a lucratividade;
  • Expandir área de atuação;
  • Abrir nova empresa;;
  • Estabelecer objetivos de negócios;
  • Identificar e utilizar talentos das equipes;
  • Identificar pontos a serem melhorados;
  • Identificar e desenvolver competências necessárias ao negócio;
  • Melhorar a administração de tempo e recursos;
  • Etc.;
O coaching de negócios auxilia empresários, empreendedores e dirigentes a alavancar, estruturar e desenvolver seu negócio, focando em metas relevantes ao sucesso do empreendimento. Nesse caso é recomendado que o coach tenha uma boa formação com coach executivo, além de experiência significativa no mundo organizacional. Normalmente as entidades de formação e certificação de coaches promovem treinamentos e certificações específicas para essa área de atuação.
A Ispirare conta com profissionais certificados pela Sociedade Brasiliera de Coaching para ajudá-lo a alcançar suas metas pessoais, profissionais e empresariais.
-- Você já leu "O que é Coaching?" Não?! Clique aqui para ler.[/vc_column_text][vc_facebook type="button_count"][/vc_column][/vc_row]

O que é coaching

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[vc_row][vc_column][vc_column_text]O coach é uma área nova e ainda cercada de dúvidas e conceitos incompletos ou mesmo equivocados. O coaching não é um treino que o líder faz com seus liderados, nem mesmo uma terapia que visa superar traumas para alcançar bons resultados, também não é um processo de mentoring, muito menos autoajuda. Ok, você já sabe o que não é coaching. Agora vamos entender o que é coaching:
O coaching é um processo de realização de metas e aumento de desempenho. Nele trabalha um profissional qualificado chamado coach, com seu cliente chamado coachee.
Agora já ficou mais claro não é mesmo? O coaching é um processo e como todo processo contempla um conjunto de procedimentos sequenciais, que norteiam e definem o desenvolvimento dos trabalhos. Portanto, não basta ser um bom líder, um mentor, ou mesmo um profissional que cuida da saúde mental; é necessário conhecer as técnicas que definem o processo de coaching. Essas técnicas são sustentadas por 4 pilares: pilares-coachingl  

1º Pilar - O ser humano

Tenho para mim que esse é o pilar mais importante na aplicação de um bom processo de coaching. Digo isso porque o coaching é uma parceria entre seres humanos que visam atingir metas; um no papel de detentor da técnica e líder do processo e outro no papel de executor e beneficiário. Portanto para alcançarmos o sucesso é necessário que esse relacionamento funcione eficientemente, o que requer maestria por parte do coach. Ele deve gostar de pessoas, ter e desenvolver a empatia e principalmente isentar o processo de juízos pessoais. O cliente, coachee, por sua vez, deve desejar alcançar sua meta, afinal ele será o motor que trará movimento ao coaching e, no fim, o maior beneficiado. Portanto, capacitar o ser humano a conseguir o melhor de si mesmo é o objetivo principal do coaching.

2º Pilar - Metodologias

A metodologia que utilizo é desenvolvida pela Sociedade Brasileira de Coaching, que conta com mais de 10 anos em formação de coaches e diversos reconhecimentos e parcerias reconhecidas mundialmente, incluindo a universidade Harvard (clique aqui para conhecer todos os reconhecimentos e parcerias da SBC). Esse método utiliza o FARM:
  • Foco
  • Ação
  • Resultado
  • Melhoria

3º Pilar - Técnicas

A metodologia é aplicada por intermédio de técnicas e ferramentas, cientificamente validadas, que potencializam os resultados de forma efetiva, profissional e mensurável. O coaching é realizado em sessões ordenadas e com finalidade definida de acordo com a metodologia e necessidade do coachee. Com isso é possível validar o progresso e os resultados alcançados durante as sessões de coaching.

4º Pilar - Competências

O coach, como todos os outros profissionais qualificados, deve desenvolver as competências inerentes ao exercício de sua profissão. Você faria uma cirurgia com um médico que aprendeu medicina na prática? Certamente não! Isso porque não seria possível validar os conhecimentos e a competência do profissional, o que seria um risco para a vida. O coaching, como um processo que influi diretamente em áreas desafiadoras do coachee, também deve ser exercido por profissional com as competências necessárias.
Os profissionais certificados pela Sociedade Brasileira de Coaching seguem, obrigatoriamente, o código de ética da profissão.

Conclusão

Se você chegou até aqui certamente tem interesse em passar por um processo de coaching, ou se especializar como um futuro coach. O que recomendo é sempre procurar profissionais e instituições qualificadas e com bom conceito dentro do mundo de coaching, para garantir os resultados esperados. Peça referências e busque informações detalhadas, afinal, metas tão importantes para sua vida devem ser tratadas com o maior zelo possível. Você sabe quais são os tipos mais comuns de coaching? Não! Clique aqui e descubra.[/vc_column_text][vc_facebook type="button_count"][/vc_column][/vc_row]

Uma Governança de TI boa e eficaz – parte 3

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Políticas claras

Os profissionais de TI, por possuírem frequentemente raciocínio exato, não são “amigos” de documentação e processos. A natureza prática de seu trabalho os leva a terem prazer em “ver a coisa funcionando” e tentar se livrar da papelada sempre que possível. Entretanto, para uma boa gestão é necessário traçar metas claras e ter ferramentas capazes de mensurar o alcance destas metas. A Governança de TI boa e eficaz não se inicia com mudanças operacionais, mas com um Plano Diretor de TI que estabeleça metas a serem alcançadas e passos tomados para alcançá-las. O Plano Diretor deve ser claro, tanto para os executivos quanto para a equipe de TI, harmonizando as expectativas e direcionando os investimentos em tecnologia, incluindo capacitação de recursos humanos. É importante que o Plano Diretor seja aderente aos frameworks de gestão (ITIL, COBIT, PMI, CMMI) que serão aplicados, dependendo das áreas a serem geridas e abrangência do processo.

Execução e monitoração

Enfim, chegamos à parte operacional da Governança de TI. O gestor deve ser capaz de colocar em prática todas as definições do Plano Diretor e mostrar os resultados dos investimentos para os executivos do negócio. Um fator importante nessa fase é a monitoração do andamento e dos resultados dos projetos em TI. A TI, por sua natureza, opera em áreas de conhecimento distintas que quase sempre contam com equipes e gerentes próprios: Área de Redes, Área de Desenvolvimento, Área de Suporte Técnico, dentre outras. Essa divisão natural dificulta uma visão global da TI por parte do gestor e consequentemente o monitoramento do andamento de um projeto interdisciplinar. Por isso, é importante que o Gestor conte com uma ou mais ferramentas que apóiem os processos estabelecidos e o muna de informações sobre andamento e resultados.

Conclusões

A Governaça de TI boa e eficaz proporciona aos proprietários da organização uma visão clara de como o uso dos recursos aplicados em Tecnologia cooperam no alcance das metas do negócio e proporciona à equipe de TI a direção que deve ser tomada no uso das tecnologias adotadas para apoiar o negócio em seus objetivos. Leia a parte anterior deste artigo[/vc_column_text][vc_facebook type="button_count"][/vc_column][/vc_row]

Uma Governança de TI boa e eficaz – parte 2

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[vc_row][vc_column][vc_column_text]Ao entender o desafio da Governança de TI percebemos quão difícil é obtermos uma fórmula pronta para uma gestão boa e eficaz. Entretanto, podemos traçar passos que norteiem os gestores na elaboração de uma governaça que atenda às necessidades do negócio e da TI.

Governança Corporativa

Um dos pilares da Governança de TI é o alinhamento da Tecnologia com o negócio. Logo, é impossível qualquer governança boa e eficaz se o gestor de TI não conhece a necessidade do negócio, e pior se os próprio executivos a desconhecem. Portanto, para uma Governança de TI boa e eficaz, o primeiro passo é uma Governança Corporativa boa e eficaz. Segundo o IBCG (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa): A boa Governança proporciona aos proprietários (acionistas ou cotistas) a gestão estratégica de sua empresa e a monitoração da gestão executiva. As principais ferramentas que asseguram o controle da propriedade sobra a gestão são o conselho de administração, a auditoria independente e o conselho fiscal. [1] Portanto, a gestão estratégica deve partir dos diretores, que estabelecem a direção que o negócio irá assumir como um todo, embasando o gestor de TI em suas decisões estratégicas e operacionais. Não cabe ao gestor de TI definir o rumo do negócio, mas sim de preparar a TI para atender as necessidades do negócio.

O papel do Gestor de TI

Roda-raiadaA figura pintada por Peter Weill [2], uma roda raiada, retrata muito bem o mecanismo de funcionamento da TI em uma organização. O eixo da roda são os especialistas em TI (DBA’s, analistas, programadores e técnicos), o aro é o negócio e os raios são pessoas de ligação entre a tecnologia e o negócio. Nessa representação observamos que a distância entre o eixo e o aro é enorme. Ambos rodam juntos apenas pelo papel dos raios que fazem as ligações necessárias. Assim funciona em uma organização: a necessidade do negócio e o interesse dos especialistas de TI são extremamente divergentes. Um se preocupa com a posição do negócio no mercado e vê a TI como uma misteriosa caixa preta que provoca um gasto necessário e o outro se preocupa com as últimas tendências da tecnologia e percebe que precisa se atualizar para continuar no mercado de trabalho. Na falta de um gestor de TI capacitado, dois comportamentos podem ser observados: primeiro que a TI empreenda altos gastos em hardware e software apenas por serem tecnicamente desafiadores e desejáveis, mas que trazem pouco ou nenhum ganho na atividade fim da organização; segundo que executivos tracem metas que dependam de uma estrutura de TI que não dispõem e no fim não entendem o motivo do “pessoal da informática” não atender às demandas do negócio. Portanto, outro passo principal para uma Governança de TI boa e eficaz é a existência de um gestor capaz de fazer interface entre o negócio e a TI, mantendo a equipe operacional motivada e comprometida, com metas reais e trazendo aos executivos informações transparentes de como a TI tem suportado as operações de negócio. São os raios que mantém o cubo e o aro girando na mesma RPM (rotação por minuto), apesar de, aparentemente, cada um rodar em uma velocidade diferente. Leia a próxima parte deste artigo Leia a primeira parte deste artigo   Referências [1] INSTITUTO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA. Origem da boa governança. São Paulo, 2011. Disponível em: <http://www.ibgc.org.br/Secao.aspx?CodSecao=18>. Acesso em: 20 de fevereiro de 2011. [2] WEILL, PETER. O segredo da boa governança. Microsoft Business[/vc_column_text][vc_facebook type="button_count"][/vc_column][/vc_row]
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